As lagrimas vergonhosas vao rolando. ali a mesma menina, um bebe praticamente, inofensivo, aquela coisa de envergonhar ate o fundo da alma. mais era inevitavel, ela nao se arrepende de nenhum segundo, o que ela se arrepende e de ter perdido a oportunidade, sem nem ao menos saber o porque.
Ela e estranha, esquisita. Ela gosta, porque ela nao sabe nada sobre amor, mais gosta de uma forma estranha, esquisita. Ela gosta de gostar mais nao se permite mostrar o fato de que ela gosta. Ela tem suas proprias regras, que ela raramente quebra, regras sem fundamentos, regras bobas, que a impedem de viver, de ser feliz, de ter o que ela sonha todas as noites em ter.
E tudo que ela sofre nao e culpa de ninguem e sim dela, sim ela e a culpada, ele nao tem culpa alguma ele so vive, nao e obrigado entender o que se passa dentro da mente dela, muito menos de corresponder algo que ela criou dentro de si.
Foi so uma vez e nada mais, entenda, foi por diversao, ela deveria colocar isso em sua mente, pra ver se para de se destruir aos poucos e acaba com essa coisa que ela sente, que as vezes a faz se sentir a pessoa mais alegre do mundo, mais que outras vezes a faz odiar-se por se ter permitido fazer tao absurdo.
Ela sente, ela gosta, nao entende, nao consegue explicar, ela vive, vive esse sentimento inexplicavel e as vezes destruidor. Mais talvez se nao fosse esse sentimento arrebatador ela nao teria motivo pra lagrimas cairem, tais lagrimas que limpam seus olhos de toda poluicao da metropole, que limpam seu coracao de todas magoas. lagrimas tais que mesmo inderetamente, ajudam ela ser mais forte e muito mais madura.
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